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    October, 2008

    Lopez e Marc Anthony renovam votos matrimoniais

    Lopez e Marc Anthony renovam votos matrimoniais
    Data: 13 de Outubro de 2008
    Por: Renata Jaguaribe
     
    Segundo a revista People, o casal Jennifer Lopez ("Nunca Mais") e Marc Anthony resolveu renovar os votos matrimoniais em uma cerimônia secreta ocorrida na madrugada deste domingo, 12, na cidade de Las Vegas.

    A nova união aconteceu no Forum Tower Penthouse às 3 horas da manhã e foi celebrada por um reverendo e assistida por dois amigos, que foram as testemunhas. Segundo os amigos, a decisão aconteceu de repente. "Foi coisa de momento. Eles decidiram por volta da meia-noite e meia e começaram a perguntar por pastores", disse a fonte.

    Lopez e Anthony se casaram há quatro anos e, recentemente, tiveram os gêmeos Max e Emme, que nasceram dia 22 de fevereiro deste ano. Eles são os primeiros filhos da atriz, já Anthony tem uma filha e dois filhos de relações anteriores.

    Os dois já trabalharam juntos no drama “El Cantante”, biografia do cantor porto-riquenho Hector Lavoe que firmou sua carreira em solo americano nos anos 60. Seu ritmo peculiar e jeito emotivo de interpretar as canções conquistaram o público em Nova York, e acabou morrendo vítima das drogas e da AIDS.

    Em 2009, a atriz deve protagonizar a comédia "The Governess", em que interpretará uma ladra profissional que finge ser uma babá para, assim, poder realizar seus roubos. O filme deve estrear nos Estados Unidos em dezembro do mesmo ano.



    Matéria extraeida do site: http://www.cinemacomrapadura.com.br/noticias/13525/lopez_e_marc_anthony_renovam_votos_matrimoniais


    A mostra anuncia suas atrações

    Segunda-Feira, 13 de Outubro de 2008

    A mostra anuncia suas atrações

    Serão 454 filmes e convidados como Wim Wenders e Benicio Del Toro

    Luiz Carlos Merten

    Com mais de 400 filmes - exatamente 454 - de 75 países, a Mostra Internacional de Cinema São Paulo chega à sua 32ª edição anunciando atrações muito especiais. A coletiva de lançamento do evento ocorreu no sábado, no Espaço Unibanco, que vai fornecer quatro dos 21 pontos de exibição da mostra de 2008, que começa na quinta, dia 16, para convidados, e no dia seguinte, sexta, para o público. O filme de abertura será Terra Vermelha (Birdwatchers), co-produção ítalo-brasileira - com participação da Gullane - dirigida por Marco Bechis, do forte e politizado Garagem Olimpo.

    São tantas as atrações que um texto de apresentação não consegue dar conta de todas. O negócio é destacar as principais. Há anos, Leon Cakoff e Renata Almeida convidavam Wim Wenders para a mostra. Finalmente, este ano, ele aceitou a carta branca que a mostra lhe ofertou e selecionou 15 filmes. Um deles é o último que realizou e estreou no Festival de Cannes, em maio, o decepcionante Palermo Shooting. Mas, de resto, a seleção wendersiana é muito interessante e inclui dois filmes de Yasujiro Ozu (A Rotina Tem Seu Encanto e Fim de Verão), dois de François Truffaut (A Sereia do Mississippi e O Garoto Selvagem), um de Jean-Luc Godard (O Pequeno Soldado) e a jóia romena Como Festejei o Fim do Mundo, de Catalin Mitulescu.

    Só Wenders já seria um convidado capaz de preencher o sonho dos cinéfilos, mas há uma presença que se anuncia mais retumbante, do ponto de vista midiático - Benicio Del Toro vem para a sessão de encerramento, que terá o Che, de Steven Soderbergh. Del Toro foi o melhor ator em Cannes, em maio, justamente por seu papel como o revolucionário. Querem mais? Diretor importante no começo dos anos 80, por filmes como Carruagens de Fogo e Greystoke, a Lenda de Tarzan - sua obra-prima -, Hugh Hudson teve sua carreira bruscamente truncada pelo fracasso, de público e crítica, de Revolução, que fez em 1985, com Al Pacino. Hudson virá a São Paulo como jurado da competição da mostra e também para exibir a versão remontada, por ele próprio e Pacino, do filme - Revolução Revisitado.

    Já exibido no Festival do Rio, O Poderoso Chefão, de Francis Ford Coppola, primeiro da trilogia, ganha exibições especiais (duas) para que o público, principalmente os jovens, que só conhecem o clássico do DVD, possam ver sua versão - restaurada pelo próprio autor - no esplendor da tela grande. A mostra também exibe em pré-estréia mundial o primeiro filme de José Padilha desde o fenômeno Tropa de Elite, o documentário Garapa. O mestre sueco Ingmar Bergman, morto no ano passado, ganha duas homenagens - uma retrospectiva do começo de sua carreira, com filmes como Crise, de 1946; Prisão, de 1949; e Rumo à Alegria, de 1950; e uma exposição de fotos, Meus Encontros com Bergman, com imagens clicadas pelo fotógrafo Ove Wallin durante cerca de 30 anos nos bastidores de filmagens e montagens teatrais do grande diretor. Outra retrospectiva contempla o japonês Kihachi Okamoto, cineasta pouco conhecido no Brasil, mas idolatrado por Quentin Tarantino e Jim Jarmusch. A violência de seus filmes de gângsteres e samurais já o levou a ser comparado ao norte-americano Samuel Fuller.

    A mostra exibe também a íntegra de Berlim Alexanderplatz, de Werner Rainer Fassbinder, que promete ser a pièce de resistance dos cinéfilos, com suas 15 horas de duração. O argentino Pablo Trapero ganha retrospectiva com quatro filmes e dá palestra na Faap, dia 20, precedida pela exibição de seu novo longa, La Leonera. Dois clássicos mudos serão exibidos com acompanhamento ao vivo do grupo francês Octuor - Poil de Carotte, de Julivien Duviver, de 1925; e O Homem Que Ri, de Paul Leni, de 1928. A mostra anuncia dois shows - um de André Abujamra, grande compositor de trilhas e das vinhetas do evento (a deste ano é uma criação da artista plástica Tomie Ohtake), Retransformafikando, e outro, no encerramento, dia 30, de Maria de Medeiros, que vai cantar músicas de Chico Buarque, Caetano Veloso e Gilberto Gil.

    Com orçamento ideal de R$ 5,1 milhões, a mostra de 2008 está sendo realizada a um custo real de R$ 3,5 milhões. Cakoff abriu os números do evento - a maior despesa da mostra é com pessoal, quase R$ 1 milhão, mas convidados (cerca de R$ 600 mil) e despesas com os filmes (fretes, transportes e aluguéis, outros R$ 600 mil) representam custos consideráveis. Para o público, o importante é que a maratona começa daqui a cinco dias e com a promessa, sempre renovada, de trazer o melhor do cinema de todo o mundo à cidade.



    Pérolas De Uma Seleção Que Promete

    Num evento que anuncia mais de 400 filmes em duas semanas, será impossível, para qualquer espectador, assistir a todos. Uma seleção de obras imperdíveis inclui as seguintes:
    24 City, de Jia Zhang-Ke
    A Canção dos Pardais, de Majid Majidi
    A Festa da Menina Morta, de Matheus Nachtergaele
    A Floresta dos Lamentos, de Naomi Kawase
    A Vida Moderna, de Raymond Depardon
    Alexandra, de Alexader Sokúrov
    Aquele Querido Mês de Agosto, de Miguel Gomes
    Cinzas do Passado Redux, de Wong Kar-wai
    Gomorra, de Matteo Garrone
    Horas de Verão, de Olivier Assayas
    Il Divo, de Paolo Sorrentino
    Loki - Arnaldo Baptista, de Paulo Henrique Fontenelle
    O Canto dos Pássaros, de Albert Serra
    O Casamento de Rachel, de Jonatahan Demme
    O Silêncio de Lorna, de Jean-Pierre e Luc Dardenne
    Rebobine, por Favor, de Michel Gondry
    Se Nada Mais Der Certo, de José Eduardo Belmonte
    Tulpan, de Sergei Dvortsevoy
    Um Conto de Natal, de Arnaud Desplechin
    Waltz with Bashir, de Ari Folman

    A seleção completa está no site www.mostra.org. Os ingressos já estão à venda na Central da Mostra, instalada no Conjunto Nacional (Av. Paulista, 2.073), que funciona diariamente das 10 h às 21 h. Informações podem ser obtidas pelos fones (011) 3266-3702 e 3266-3705.

    Matéria extraída do site: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20081013/not_imp258717,0.php

    Remember: Sabrina Sato volta à infância

    Remember: Sabrina Sato volta à infância

    Neste domingo, dia 12, foi Dia das Crianças, que é aquela época em que todo adulto aproveita para brincar como se fosse criança de novo. Pois bem, foi exatamente isso que Sabrina Sato fez.

     

    A beldade foi até a quadra da escola de samba Gaviões da Fiel, onde distribui brinquedos e aproveitou a festa com as crianças. Além de se esbaldar comendo algodão-doce, a apresentadora do Pânico na TV, da RedeTV!, também se arriscou no touro mecânico.

     

    No carnaval Sato mostra que os orientais têm samba no pé e desfila por duas escolas diferentes. No Rio ela veste a camisa (ou no caso a fantasia) da Salgueiro e em São Paulo defende a Gaviões.









    Matéria extraída do site: http://estrelando.uol.com.br/celebridade/nota/sabrina_sato_brinca/_i_remember_i_sabrina_sato_volta_a_infancia-43617.html

    October, 2008

    Clint Eastwood diz que não desistiu de atuar

    Data: 06 de Outubro de 2008
    Por: Renata Jaguaribe


    Durante a estréia do filme “Changeling”, no Festival de Cinema de Nova York, o diretor e ator Clint Eastwood (“A Conquista da Honra”), mesmo passando bastante tempo atrás das câmeras e sendo bem sucedido como diretor, disse que não pretende desistir de atuar, ao contrário do que ele falou anos atrás.

    "Desde que 'Changeling' ficou pronto este ano, já fiz outro filme no qual eu atuei, apesar de ter dito que não ia mais fazer isso. Acho que comecei a dizer isso alguns anos atrás, mas então chegou 'Menina de Ouro' e eu gostei daquele papel. Agora fiz 'Gran Torino'", disse Eastwood.

    “Gran Torino” foi a última produção em que Eastwood atuou e que deve estrear no Brasil em dezembro. Mas mesmo com o desejo de não parar de interpretar, ele disse que após dirigir tantos ótimos jovens atores em “Changeling”, talvez devesse realmente desistir de atuar e se dedicar mais à direção.

    "Sempre me espanto ao ver como são bons alguns deles, ainda tão jovens. Eu mesmo levei séculos para aprender a dizer meu próprio nome. Essa é uma das razões pelas quais agora, na velhice, prefiro ficar atrás das câmeras e deixar os jovens sair aí fora para correr e saltar", revelou o cineasta.

    Entre os filmes que Eastwood dirigiu estão os ganhadores do Oscar, “Os Imperdoáveis” (1992) e “Menina de Ouro” (2004). Já “Changeling”, seu último filme na direção, é baseado em uma história verídica de uma mãe que busca seu filho desaparecido e tem a atriz Angelina Jolie ("Roubando Vidas") no elenco. O longa deve estrear dia 31 de outubro nos cinemas norte-americanos.



    Matéria extraída do site: http://www.cinemacomrapadura.com.br/noticias/13441/clint_eastwood_diz_que_nao_desistiu_de_atuar

    Dudu Marote retorna com CD do Skank e diz que internet já tem jabá

    Ricardo Schott, Jornal do Brasil

    RIO - Prztz. É com este nome impronunciável que o produtor e DJ Dudu Marote, 43 anos, assina seus trabalhos nos últimos tempos. A exemplo da parceria com o coletivo de DJs Jamanta Crew, seus EPs solo (como os que lançou pelo selo inglês Classic) e demais projetos, como o blog http://prztz.blogspot.com, no qual despeja seu conhecimento de tecnologia e música.

    Nos últimos anos, o produtor que ajudou o Skank a alcançar cifras milionárias (nos álbuns Calango, de 1994, e O samba Poconé, de 1996) vem se dedicando mais à música eletrônica. Algo diferente da época em que comandou a mesa de gravação em hits da banda mineira, como Garota Nacional e Te ver.

    Afastado do mercado pop desde 2002, Marote voltou a produzir o Skank no novo disco, Estandarte. Mas o resultado não o animou a voltar para a produção.

    – Não acompanho o que acontece no mainstream nacional, nem escutei uma música do NX Zero – afirma Marote.

    – Só ouço música eletrônica. Quando Samuel Rosa (vocalista do Skank) me propôs trabalharmos de novo, nem sabia se valia a pena, porque estou totalmente em outra. Sou nerd, não tenho parâmetro para aquele som de guitarras.

    Apesar da ligação com as novidades tecnológicas, acredita ter experiência para retomar o pop sem cair em cantos de sereia.

    – A gente não pode ser ingênuo, por exemplo, de achar que não existe jabá na internet. Existem empresas que se especializam em colocar comentários em blogs e em sites. Muita gente que tem MySpace, por exemplo, pode fazer isso. Quem garante que não acontece dessa

    forma?

    O produtor também se apresenta solo em vários lugares do mundo – chegou a tocar em Londres durante a gravação de Estandarte – e foi curador do evento de música eletrônica Motomix, criando a Motomix Project Band, espécie de reality show interno do evento, em que artistas novatos escolhidos pela produção iriam criar um trabalho de música juntos.

    Apesar de Marote e do Skank estarem em vias opostas, o reencontro acabou criando uma nova proximidade musical.

    – A gente nem sabia que o Dudu estava tão envolvido com música eletrônica. Não sabíamos nem que ele não estava mais produzindo – diz Samuel Rosa, que não se assustou com o fato de o produtor estar fora do mundo pop.

    – Ele era o cara certo. É de casa, não tem cerimônias, chega para nós e fala o que quiser sem problemas. E esse mergulho dele em outros sons fez com que chegasse mais livre, questionando todos os nossos vícios.

    A separação entre Marote e o Skank rendeu várias declarações publicadas em jornais e revistas em 1996. Muito foi publicado – inclusive relatando problemas de relacionamento que foram surgindo – mas tanto a banda quanto o produtor sempre creditaram o racha às novas expectativas de todos.

    Após a separação, o Skank foi trabalhar com Paul Ralphes no álbum-de-transição Siderado (1998). Já Marote foi ajudar outra banda mineira, o Pato Fu, a conquistar o primeiro disco de ouro com Televisão de cachorro, do mesmo ano.

    – Foi dada uma importância grande demais a isso. O Skank queria sair daquela linha dos sucessos dos primeiros álbuns, até porque surgia uma imitação atrás da outra na época. Você lembra do Coisa de maluco (hit único da banda Fincabaute, de 1997, que imitava o Skank)? – diz Marote, afirmando que, sim, houve desilusão com a produção pop quando tentou produzir o álbum Pare, olhe, escute, de Sandra de Sá (2002), só com sucessos da Motown.

    – A gravadora dela (Universal) queria um lance mais retrô e eu fiz algo moderno. Eles pediram que eu refizesse tudo e, como eu já estava há seis meses trabalhando no disco, ofereci minha demissão. Depois saiu na mídia que os gringos da Motown não gostaram do meu trabalho, uma coisa que nunca aconteceu.

    A experiência vem do início dos anos 80, quando, aos 15 anos, ganhou seu primeiro sintetizador e teve a oportunidade de estudar numa escola de técnicas do instrumento, em São Paulo.

    – Naquela época não era nada legal ser nerd – diverte-se Marote, que em seguida tocou new wave (bem) safada com o grupo Degradée, do hit único Mais que um sonhador, de 1985, e foi tentar fazer rap.

    – Rap é ritmo e poesia, né? Eu não sabia fazer nenhuma das duas coisas direito. Mas logo depois os rappers começaram a me procurar e eu acabei produzindo parte do primeiro disco de rap feito no Brasil, Cultura de rua (1988). Por acaso, naquele disco, produzi todas as bandas que não deram certo.

    O sucesso como produtor ainda demoraria mais alguns anos. Em 1990, Marote comandou o estúdio na gravação do álbum da primeira banda de dance music (termo da época) do Brasil, o Que Fim Levou Robin? fez jingles televisivos para lojas paulistas ao lado do cineasta Andrucha Waddington.

    No começo dos anos 90, assinou um remix do cantor Edson Cordeiro para Sony e foi descoberto pelo Skank, que encomendou uma remexida no sucesso Baixada news, de 1992.

    – Eu não estava preparado. O jogo de venda de discos era complicadíssimo, aquela corrida para todo mundo vender mais - recorda.

    – Nossa idéia foi baixar a bolinha, todo mundo ficar mais humilde. Quis trabalhar com eles a idéia de um Skank alegre, pra cima, que é o que as pessoas gostam de ver.

    Matéria extraída do site: http://jbonline.terra.com.br/extra/2008/10/06/e061020629.html

    Miguel Falabella com auto-estima

    Márcio Maio
    Da TV Press

    Miguel Falabella nunca teve problemas com auto-estima. Tanto que, durante a apresentação oficial de Negócio da China, o "louro, alto, solteiro" não poupou elogios a si próprio. Como ao se avaliar como autor. "Eu preciso da supervisão de quem? Só preciso da supervisão de Deus", lança, em tom de deboche, mas que soa como se acreditasse. Mesmo diante da má fase no horário das 18h e da fracassada audiência da antecessora Ciranda de Pedra, que não ultrapassou os 25 pontos, Miguel garante que não se preocupa com o ibope. E demonstra que não faz concessões. "Faço o meu mundo. Nunca serei um sucesso estrondoso, mas tenho meus seguidores", gaba-se.

    Negócio da China foi planejada para a faixa das 19h, mas a emissora antecipou sua estréia e mudou o horário. Foi difícil adaptar a sinopse?
    MIGUEL FALABELLA -
    Não tive grandes problemas. Se a história é boa, interessante e você tem vontade de vê-la no ar, você adapta. Segurei um pouco o meu universo Toma Lá Dá Cá, que é o que eu mais gosto. A comicidade dos núcleos era bem maior, mas todos eles tinham uma história folhetinesca costurando as tramas. Me prendi mais a essas histórias e deixei de lado o tom cômico dos personagens.

    Você escreve, atua, produz, dirige, enfim, tem experiência em várias funções. É difícil se segurar para não se envolver em outras áreas em Negócio da China?
    FALABELLA
    - Eu não me envolvo em mais nada. Só escrevo. Não fico preocupado com outras coisas.

    Então por que você pediu que o elenco regravasse cenas que não estavam boas?
    FALABELLA
    - Os atores portugueses tiveram de regravar porque estavam tentando fazer um sotaque brasileiro e ficou horrível. Os personagens são portugueses, têm de falar como se fala lá. Mas acho que foram umas sete cenas e só por causa disso.

    E a Grazi? Ela também teve de regravar...
    FALABELLA -
    Pedi para regravar uma cena sim. Mas qual é o problema?

    Não deve ser uma situação confortável...
    FALABELLA -
    Ela é a primeira a saber que tem uma estrada pela frente. A Grazi sabe o quanto vai apanhar. Já falei para ela: "Meu amor, o segredo não é bater, o segredo é saber apanhar". As lacraias estão aí para isso. Ela tem de se manter em pé e ir em frente. E isso não atrasou a produção. Ao contrário do que disseram, foi só uma cena. Justamente a que ela fez no teste. Eu vi o teste dela e estava ótimo. Até porque, se não estivesse, eu não teria aprovado. Mas quando foi gravar a cena para ir ao ar, achei que ela podia mais. Só isso.

    Então você confia na Grazi no papel de protagonista?
    FALABELLA -
    Ela fez um teste e foi aprovada, inclusive por mim. É uma menina muito franca e sabe que vai apanhar. Me encantou pela maturidade e pela sinceridade, que é rara. Foi isso que me conquistou. E olha que eu sou uma puta velha, daquelas que está esperando um caminhoneiro no fim da noite. Me convenceu. Não tem técnica, mas isso só se ela fosse uma gênia. Ela tem sinceridade e um carisma enorme, o que já a deixa bem à frente de várias outras atrizes. Também rola uma química muito forte entre ela e o Fábio Assunção. Dá tesão ver os dois juntos em cena. O estúdio enche na hora das gravações. Já estive lá conferindo.

    O que Negócio da China tem, na sua opinião, para fazer o Ibope subir?
    FALABELLA -
    Não me preocupo com audiência. Não paro para olhar pesquisas e nem quero saber de números. A não ser, é claro, que seja um grande fracasso. Aí a gente pára, analisa o que está acontecendo. Não adianta tentar prever como vai ser. Eu quero que a audiência seja boa. Acho que vai bombar. Mas se não bombar, também, dane-se. Não vou morrer por causa disso. Não vivo esse universo. Meu universo é criar uma história, não fico com um contador de audiência do lado. Mas a trama tem elementos que devem emplacar, como o romance e a aventura, que ganharam mais espaço nesse horário.

    Além do núcleo de ação, você também escalou atores que já trabalharam em musicais. Você pretende trabalhar esse lado nos personagens?
    FALABELLA
    - Esse núcleo é engraçado. Izabela Bicalho, Cláudia Netto, Sandro Chistopher e Frederico Reuter são cantores e vão fazer cenas engraçadas com a Leona Cavalli. Tive a idéia de criar um local onde a única pessoa que não tem talento nenhum é a grande estrela. E esse foi um bom jeito de valorizar uma coisa que o brasileiro não conhece: a música portuguesa. O Zé Boneco, personagem do Frederico, fará sucesso cantando clássicos portugueses. São canções lindíssimas e que não são conhecidas aqui.

    Por que você decidiu abordar a cultura portuguesa?
    FALABELLA -
    Acho importante fazer essa ponte entre o Brasil e Portugal. A Inglaterra e os Estados Unidos fazem isso e se dão muito bem. Mas aqui a gente abre mão da lusofonia. Fui a Angola recentemente, fiz um espetáculo lá e foi lindo. Era eu falando com sotaque brasileiro, a Teresa Guilherme falando com sotaque português e uma platéia angolana. Era uma festa de lusofonia. Amadureci essa idéia. Se tivesse mais tempo, criaria também um núcleo de imigrantes angolanos. Fica para uma próxima vez.

    Por falar em correria, o Toma Lá Dá Cá continua na grade da Globo em 2009. Você continuará escrevendo e atuando?
    FALABELLA
    - Normalmente. É um programa que tem uma grande aceitação e com o qual me identifico. Vai ficar pesado no início, mas só até novembro, quando acabamos de escrever a temporada de 2008. Eu sou doido, mas dentro da minha loucura existe organização. E tenho uma característica boa: quando estou trabalhando, podem fazer o que for do meu lado que não me atrapalho. Desligo os telefones e me isolo. Às vezes atrasa, mas no final dá tudo certo.

    Matéria extraída do site: http://home.dgabc.com.br/default.asp?pt=secao&pg=detalhe&c=4&id=30870

    Cinema: Próximo filme de Canijo será sobre amor incondicional numa família dos subúrbios de Lisboa

    Lisboa, 06 Out (Lusa) - O realizador João Canijo estreia quinta-feira o filme "Mal nascida" numa altura em que prepara já a próxima longa-metragem, "Sangue do meu sangue", que tem como ponto de partida o amor incondicional.

    Depois de contar uma tragédia familiar no interior isolado de Portugal em "Mal nascida", João Canijo irá situar a próxima história num bairro social dos subúrbios da Amadora, com uma "família tipicamente suburbana, como é oitenta por cento da população mundial", contou o realizador à agência Lusa.

    "Sangue do meu sangue" terá produção de Pedro Borges, da Midas Filmes, e conta com Rita Blanco, Anabela Moreira, Marcello Urgheghe e Francisco Tavares nos principais papéis.

    Neste filme o ponto de partida é o amor incondicional numa família, o verdadeiro amor que não precisa de justificações, disse João Canijo, citando António Lobo Antunes.

    Rita Blanco será uma das peças-chave do filme, interpretando uma mãe de família, cozinheira, que vive com dois filhos e uma irmã. Um dos filhos é delinquente, a outra é estudante de enfermagem.

    Tudo isto se passará num cenário real urbano, às portas de Lisboa, mas que João Canijo considera não ser muito diferente do interior do país.

    "No fundo, numa área suburbana as diferenças não são tão grandes com a ruralidade, tirando o embrutecimento, tirando uma patine de urbanidade que me interessa", justificou, levando a reflexão a um ponto quase filosófico.

    "A vida é uma luta constante pela sobrevivência e quando há uma pausa nessa luta a existência torna-se quase insustentável. Nas classes com rendimentos mais baixos, não há tempo para elaborar reflexões sobre a existência e os sentimentos e as reacções aos acontecimentos emocionais são mais imediatos, mais primários", defendeu.

    A rodagem de "Sangue do meu sangue" só acontecerá em 2010, mas João Canijo está já em ensaios com os actores.

    "Estamos a trabalhar nos personagens e no argumento como se fosse um workshop de construção dos personagens e das histórias que se passam entre eles", revelou o realizador.

    Aos 50 anos, João Canijo continua a considerar um filme um acto "importante e vital" para si e para os actores com quem trabalha, alguns dos quais repetentes no seu cinema.

    "Não fazemos filmes por fazer filmes", alertou. "Fazemos porque queremos transmitir a representação de alguma coisa e isso demora tempo. Tenho que perceber porque é que aquela história existe e o que está profundamente por baixo dela".

    "Sangue do meu sangue" juntar-se-á a uma cinematografia que inclui, entre outros, "Noite escura", "Ganhar a vida" e "Sapatos pretos".

    SS.

    Lusa/fim

    keywords: cultura CINEMA

    Matéria extraída do site: http://aeiou.visao.pt/Pages/Lusa.aspx?News=200810068854461
    September, 2008

    Briga por direitos autorais de Renato Russo termina

    Termina em acordo briga por música de Renato Russo

    Agencia Estado

    Acabou em acordo a briga judicial que envolvia os herdeiros de Renato Russo, morto em 1996, e a gravadora Edições Musicais Tapajós sobre a adaptação cinematográfica da canção Faroeste Caboclo - composta pelo líder do Legião Urbana em 1979 e lançado no álbum Que País É Este, de 1987. A Copacabana Filmes seria a responsável pela produção do longa.

    Ontem, o Superior Tribunal de Justiça anunciou o fim do processo, que corria no órgão desde janeiro de 2007. Em março deste ano, um acordo de conciliação foi assinado no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, anunciando a extinção do processo também no STJ. O conteúdo e os termos do acordo não foram divulgados pelos envolvidos.

    Propriedade - A Edições Musicais alegava deter há 20 anos os direitos autorais de toda a obra de Renato Russo, barrando os familiares do cantor e até a Legião Urbana Produções Artísticas - empresa do músico gerida hoje por sua família, representada pela Copyrights - de negociar a adaptação de Faroeste Caboclo sem a devida permissão. A batalha judicial entre as duas partes durou um ano e oito meses. As informações são do Jornal da Tarde.

    Matéria extraída do site: http://www.atarde.com.br/cultura/noticia.jsf?id=966982

    Touché, o smartphone brasileiro com gps

    Touché é smartphone brasileiro com GPS


    A empresa Elef anunciou o Touché, um novo smartphone com navegador GPS voltado ao público corporativo que chega ao Brasil em outubro. Ele é útil para quem acessa a Internet de qualquer lugar e ainda precisa de um sistema de posicionamento global rápido e compacto.

    O chip de navegação do Elef Touché é o Sirf Star III e o produto conta com a tecnologia de atualização e fornecimento de mapas da Navteq, que cobre 820 cidades em todo o Brasil e inclui na pesquisa diversos pontos de interesse como farmácias, bancos e restaurantes. O serviço ainda permite a utilização de mapas da Europa, Estados Unidos, Canadá e Ásia.

    Além do recurso de GPS, o novo aparelho da Elef vem equipado com sistema operacional Windows Mobile 6.1, processadores Intel Xcale de 416 MHz e STN Dragonfly - úteis para execução de tarefas simultâneas -, além de oferecer suporte a Java, servidores Exchange e Lotus Notes.

    Fisicamente, o Touché mede 121,5 x 63 x 16 mm, pesa 145 gramas e possui tela sensível ao toque de 2,8 polegadas com resolução de 240 por 320 pontos. A bateria do produto oferece autonomia para até 6 horas de conversação em modo GSM; em standby, a duração estimada é de 13 dias.

    Como extras, o dispositivo traz uma câmera de 2 megapixels e cartão de memória de 2 GB tipo microSD (apenas para clientes Elef), o mesmo usado para expandir a capacidade de armazenamento do produto.




    O Touché pode ser encontrado em lojas tradicionais e virtuais do País ao preço sugerido de R$ 1.599.


    Fonte:www.terra.com.br

    Prévia do Android

    Veja uma prévia do Dream, primeiro celular com Android

    Falta pouco para conhecermos a versão final do primeiro aparelho com Android a chegar no mercado. O Dream, da HTC, será lançado nesta terça-feira (23/09), em conjunto com a operadora T-Mobile, que deve vendê-lo como T-Mobile G1.

    Mas para quem quer matar a curiosidade antes do tempo, aqui vai uma foto do aparelho, vazada por meio do fórum iMobile. Segundo rumores de mercado, o aparelho deverá custar cerca de 199 dólares.

    Na foto que vazou na web, uma das vantagens que saltam aos olhos - especialmente para quem pretende usar o dispositivo para trocar e-mails - é o teclado QUERTY.

    De acordo com um post em um blog da Wired, o T-Mobile G1 deve vender entre 250 mil e 450 mil unidades até o final do ano - previsão da Jupitermedia. O volume ainda é tímido comparado ao do iPhone - de quem o Dream é considerado um desafiante. O telefone da Apple vendeu 270 mil unidades nas primeiras 30 horas após o lançamento e bateu a marca de 1 milhão de unidades nos primeiros 74 dias de vendas.

    Font: IDG Now

    Claro reduz tarifa de mensagens sms

    Claro corta preços de envio de SMS

    A Claro decidiu reduzir os preços do envio de mensagens SMS em até 80%.
    Disposta a impulsionar o uso do celular para envio de mensagens de texto, a operadora brasileira Claro anunciou nesta segunda-feira pacotes em que reduz o preço unitário das mensagens em mais de 80 por cento.

    No balanço para o segundo trimestre do ano da América Móvil, grupo mexicano que controla a Claro, a transmissão de dados como o envio de mensagens de texto foi um dos destaques no desempenho da operadora brasileira. Enquanto a receita líquida da Claro cresceu 17,2 por cento no trimestre sobre o mesmo período de 2007, a receita com transmissão de dados teve uma alta de 57,8 por cento e passou a responder por quase 9 por cento do total.

    PACOTES DE MENSAGENS

    A Claro criou pacotes só para mensagens de texto que poderão ser escolhidas por assinantes de qualquer outro pacote de minutos de voz.

    Hoje, o preço unitário para envio de uma mensagem é de 0,30 real. Caso escolha um pacote de 300 mensagens, entretanto, o usuário terá uma economia mensal de 77 por cento, pagando 20,90 reais.

    São quatro opções de pacotes de mensagens com descontos por volume. Por isso, o maior deles é de 2 mil mensagens por mês e economia de 81,70 por cento em relação ao preço unitário da mensagem, já que a mensalidade nesse caso é de 109,90 reais.

    Com 34,73 milhões de usuários, a operadora retomou a segunda colocação no mercado brasileiro de celular em agosto, em número de clientes, ultrapassando a TIM depois de quatro anos.

    Font: Info Abril

    Financiamento de celular?

    iPhone será vendido no Brasil com financiamento do Bradesco

    Envolto num clima de euforia e expectativa, o iPhone, aparelho criado pela Apple que reúne as funções de telefonia celular, computador com acesso à web e entretenimento multimídia, será lançado oficialmente no Brasil na próxima sexta-feira, dia 26. Além das duas empresas de celular que fecharam contrato com a Apple para a colocação do produto no País, Vivo e Claro, agora mais uma companhia se junta à operação: o Bradesco.
    O banco selou parceria para atuar como financiador na venda do equipamento e realizar ações de marketing em torno da invenção da companhia de Steve Jobs.
    Pelo acordo fechado, a instituição financeira atuará em duas frentes. Com a Claro, a parceria prevê o parcelamento em até 24 vezes sem juros para os consumidores, com possibilidade de reserva especial para obter o equipamento.
    Na operação com a Vivo, o projeto é voltado aos clientes American Express, empresa controlada pelo Bradesco. Os clientes podem usar os pontos acumulados no Membership Rewards, programa de relacionamento da bandeira - que possibilita converter os pontos em benefícios e produtos - para abater do preço pago no aparelho, que deve chegar ao mercado por R$ 1,6 mil.
    Diferencial
    Para o Bradesco, a ação conjunta com o iPhone é um "diferencial para a parcela de clientes de alta renda", afirma Luca Cavalcanti, diretor de marketing.
    Além de afagar os clientes de toda a sua base, a estratégia com a Apple também serve para o banco se mostrar em sintonia com os avanços tecnológicos. "Como iPhone, nosso cliente continuará a ter segurança e ainda maior comodidade para realizar transações financeiras", afirma Cavalcanti. O Bradesco possui 38 milhões de clientes e 18 milhões de correntistas.
    Tecnologias
    A estratégia com o iPhone se insere no contexto de investimento contínuo em desenvolvimento de tecnologias que facilitem, entre outras coisas, a utilização de serviços bancários sem a necessidade de deslocamento até a agência bancária. "O celular é um instrumento importante para dar comodidade ao cliente e, assim, fazer com que ele não precise ir à agência", diz o executivo.
    A instituição destinará neste ano R$ 2,2 bilhões para a área de tecnologia, contra uma média anual de R$ 1,5 bilhão nos últimos anos. Para sustentar essas ações, o banco conta um Centro de Tecnologia da Informação. "São esses os pilares que permitem a efetivação de 165 milhões de transações financeiras por dia", diz Cavalcanti.
    O próximo passo, diz o executivo, é avançar em um sistema que permite substituir a utilização de senhas pela leitura da palma da mão do cliente. "Esse sistema já está em funcionamento em cinco mil caixas de auto-atendimento da rede", completa.

    (Gazeta Mercantil/Caderno C - Pág. 5)(Clayton Melo)

    Marvel define os próximos lançamentos e confirma Homem de Ferro 2

    Marvel define os próximos lançamentos e confirma Homem de Ferro 2

    Here we go! A coisa toda do Homem de Ferro e a passagem do Nick mothafucker Fury mal esfriaram e o pessoal da Marvel[bb] já chega de voadora com o pé no peito pra mostrar que quem manda nessa bagaça é ela. Tá certo que os “simbólicos” US$ 201 milhões de dólares arrecadados com o enlatado, ajudaram um pouco… =D

    Tio Nick não estava de brincadeira quando disse ao malandro do Stark que ele não era o único herói e que ele fazia parte dos planos da S.H.I.E.L.D. e pra provar isso, o estúdio liberou as datas das próximas estréias, que acontecem em 2010 AND 2011. Se segura DC, por que a chapa vai ficar MUITO QUENTE pro seu lado.

    Pra dar o pontapé inicial e confirmar os rumores, o Homem de Ferro ganhará SIM uma seqüência e ela está prevista para o dia 30 de Abril de 2010. Logo na seqüência teremos o filme do deus do trovão - Thor e seu martelo todo foderoso que chega dia 04 de Junho de 2010.

    Já em 2011 começa a folia de vez e exatamente no dia 06 de Maio teremos o colorido e americano Capitão América cujo filme já tem até título será: The First Avenger: Captain America e pra detonar geral, em Julho de 2011 teremos… THE AVENGERS! WOW! =D A Marvel ainda tem alguns projetos sem data como o Homem-Formiga e segundo o tiozão da Marvel (e o resultado das bilheterias), podemos esperar uma seqüência para o Incrível Hulk e até mesmo Homem-Aranha 4.

    Matéria extraída do site: http://www.cinenews.com.br/2008/05/05/marvel-define-os-proximos-lancamentos-e-confirma-homem-de-ferro-2/

    "Alice", minissérie dirigida por Karim Ainouz, estréia neste domingo na HBO

    "Alice", minissérie dirigida por Karim Ainouz, estréia neste domingo na HBO

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    DAYANNE MIKEVIS
    da Folha Online

    É com a trama de uma mulher de 26 anos que sai da cidade de Palmas, em Tocantins, e vai para São Paulo após um acontecimento trágico --a morte do pai--, que o cineasta Karim Ainouz digiriu sua primeira minissérie para a TV, que estréia neste domingo, na HBO, às 22h.

    Com duração de 13 capítulos, Ainouz afirmou à Folha Online que o maior desafio da série foi o formato. O cineasta de "O Céu de Suely" e "Madame Satã", disse ter gostado dos dois nos de trabalho gastos na série, mas agora pretende voltar ao cinema. Veja trailer:

    "O maio desafio é como construir um arco com 13 episódios, que envolve um mesmo personagem. Foi bacana trabalhar em outra mídia e, em parte, foi o que me estimulou a aceitar o convite, mas agora quero voltar ao cinema. Tenho dois projetos, um deles quero para 2009", afirmou o diretor.

    Sobre "Alice", o diretor afirma que São Paulo é um personagem quase tão constante quanto outros da trama.

    "Sou apaixonado por cidade, na verdade, eu fiz arquitetura e urbanismo em Brasília e depois vim parar no cinema, mas São Paulo é uma cidade cheia de ladeira, de colina, e quando a gente fala em morro, pensa em Salvador, mas aqui tem a possibilidade de vários planos e há também o movimento sempre, o movimentos dos carros", disse Ainouz.

    Apesar de sempre ter se estabelecido em São Paulo por períodos curtos, o cineasta afirmou não acreditar que isto pudesse ser uma barreira para as filmagens. "Quem é de fora, tem outro olhar, alterado, vê coisas que as pessoas da cidade não vê e isto ficou muito claro para mim quando fui para Tóquio. Agora quem é da cidade tem uma intimidade que é algo muito bacana", afirmou o diretor.

    Universo feminino

    Ainouz negou que haja muito sexo na trama --uma das críticas feitas ao trabalho. "Sexo para mim é uma coisa boa, que está relacionada com alegria, em minhas histórias você nunca vai ver sexo associado a algo trise", afirmou o diretor.

    Sobre a como associar a questão a personagens femininas, Ainouz disse ter preocupações especiais --em "O Céu de Suely", a história também envolve uma mulher e um componente sexual forte.

    "Eu fiz que todos os encontros sexuais de Alice sejam escolhas dela. Também coloquei um nu frontal masculino, porque em todos os filmes tem pelo menos um feminino, mas aqui eu quis colocar ele como objeto de desejo dela", disse Ainouz.

    "Eu também me preocupei em colocar todos os tipos de relacionamento na série, tenho por exemplo, o relacionamento de duas mulheres de meia idade", afirmou o diretor.

    O diretor nega que tenha uma preferência especial pelo universo feminino, algo que disse ter abordado em "Suely" muito por causa da carga deixada por "Madame Satã". No entanto, Ainouz declarou que as mulheres têm um papel fundamental em sua vida.

    "Cresci quase que num matriarcado, algo muito improvável no Ceará, no nordeste, onde o patriarcado, a figura do pai é tão importante. Na minha família, era o contrário", afirmou o diretor.

    Alice

    Apesar de seus 26 anos, Ainouz classifica a protagonista da trama como "uma menina". "Ela chega muito menina a São Paulo e agora estava vendo cenas do episódio 12 e alguém comentou como ela mudou", disse o diretor.

    "Alice é tragada e traga a cidade", afirma Ainouz.

    Matéria extraída do site: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u447159.shtml

    Nova tentativa para vender música

    Gravadoras tentam novo formato para vender música digital

    SlotMusic, cartões microSD de 1GB, serão vendidos com álbuns a preço de CD; vídeos e encarte serão inclusos

    AP

    Nova York - Desistam, CDs. Algo do tamanho de uma unha pode oferecer a indústria música um jeito de aumentar as vendas nas lojas físicas, já que as vendas de CD continuam a despencar.

     

    As quatro maiores gravadoras planejam vender música em mini cartões de memória que podem ser inseridos em alguns celulares, tocadores de música digital e até nos CD players do carro.

     

    Fabricados pela SanDisk, os cartões slotMusic devem estar à venda antes do feriado nas lojas americanas Best Buy Co. E Wal Mart. Nem a SanDisk ou as gravadoras souberam informar o preço de um cartão, mas falaram que seria possível compará-lo ao dos CDs.

     

    Além de música, os cartões slotMusic virão com outros arquivos, como a arte da capa e contra-capa do disco e às vezes vídeo.

     

    Como muitos novos formatos antes desse, o projeto slotMusic enfrenta grandes desafios para ganhar o grande público. Os executivos da indústria musical dizem não saber se a idéia vai pegar, mas que querem experimentar maneiras de distribuir seu trabalho.

     

    A SanDisk é a segunda maior vendedora de tocadores de música digital, depois da Apple. Seu objetivo com o slotMusic é oferecer aos consumidores a possibilidade de ouvir música digital sem precisar usar o computador para isso.

     

    "Para muitas pessoas, comprar música digital ainda é muito difícil", disse Rio Careff, vice-presidente da divisão de música digital da Universal.

     

    "Há um segmento do mercado que pode tirar proveito de uma solução que combine os benefícios dos meios digitais e físicos", ele disse.

     

    A Universal, maior gravadora do mundo, começará a disponibilizar 30 álbuns nos cartões slotMusic, incluindo lançamentos e coletâneas.

     

    Por causa de seu tamanho diminuto, Caraeff espera que os lojistas coloquem o slotMusic em lugares onde normalmente não se encontraria música nas lojas - como no caixa do supermercado e em quiosques de shoppings.

     

    A música que vem no slotMusic vem sem proteção de copyright, então pode ser usada em quase todos os computadores, celulares e MP3 players, mas não poderá ser tocada em um iPod, já que o aparelho não tem entrada para cartão microSD. Os cartões terão 1GB de memória, e as canções serão copiadas em alta qualidade.

     

    Durante os testes com consumidor final, o slotMusic foi bem recebido entre adolescentes que queriam testar a nova tecnologia, bem como entre jovens mulheres, já no mercado de trabalho, que queriam ouvir música digital mas não tinham tempo para pesquisar o que comprar um site, disse Daniel Schrieber, vice-presidente e gerente geral da unidade de negócios de áudio e vídeo da Sandisk.

     

    Mike McGuire, analista de uma empresa de pesquisas chamada Gartner, disse que o slotMusic enfrenta vários desafios, incluindo fazer com que as pessoas aceitem um novo formato, mas que o maior desafio deve ser que o iTunes, da Apple, e outros serviços de vendas de música online, acostumaram os usuários a comprar uma música de cada vez, e fazer suas próprias seleções.

     

    "Para muitos dos que estão online já há algum tempo, será difícil vender", disse.

    August, 2008

    Juízo Final

    Juízo Final (Doomsday) LIVRO Cidade do Seu Destino Final, A R$41,00 LIVRO Corte Final R$22,00 LIVRO Desterro, SC: Final do Século XX R$18,90 Sinopse Quando um vírus mortal ataca a Inglaterra, o governo se vê forçado a isolar a praga em uma região, construindo um muro ao redor da cidade. 30 anos de isolamento depois, o vírus ataca novamente. Cabe ao governo escolher uma equipe de especialistas para entrar na área proibida atrás de uma cura. Já Viu o Filme? Comente e Dê sua Nota... Informações Técnicas Título no Brasil: Juízo Final Título Original: Doomsday País de Origem: Inglaterra / EUA / África do Sul Gênero: Ação Tempo de Duração: 105 minutos Ano de Lançamento: 2008 Estréia no Brasil: 28/11/2008 Site Oficial: http://www.doomsdayiscoming.com Estúdio/Distrib.: Europa Filmes Direção: Neil Marshall Elenco Caryn Peterson ... Vagrant Girl Adeola Ariyo ... Nurse Emma Cleasby ... Katherine Sinclair Christine Tomlinson ... Young Eden Sinclair Vernon Willemse ... David / Gimp Paul Hyett ... Hot Dog Victim Daniel Read ... Sergeant #1 Karl Thaning ... Pilot Stephen Hughes ... Soldier #1 / Johnson Jason Cope ... Wall Guard Ryan Kruger ... Soldier Nathan Wheatley ... Patient "X" Cecil Carter ... DDS Assault Trooper Jeremy Crutchley ... Richter Rhona Mitra ... Maj. Eden Sinclair Trilha Sonora “Spellbound” Por Siouxsie e the Banshees “Two Tribes” Por Frankie Goes to Hollywood “Club Foot” Por Kasabian “Good Thing” Por Fine Young Cannibals “Dog Eat Dog” Por Adam e the Ants Informação extraída do site: http://www.interfilmes.com/

    O Nevoeiro (The Mist)

    O Nevoeiro (The Mist) LIVRO Encontro no Nevoeiro R$24,00 Sinopse Depois que uma violenta tempestade devasta a cidade de Maine, David Drayton - um artista local - e seu filho de 8 anos correm para o mercado, antes que os suprimentos se esgotem. Porém, um estranho nevoeiro toma conta da cidade, deixando David e um grupo de pessoas presas no mercado - entre elas um cético forasteiro e uma fanática religiosa. David logo descobre que o nevoeiro esconde algo sobrenatural e que sair do mercado pode ser fatal. Mas conforme o grupo tenta desvendar o mistério, o caos se instala e fica evidente que as pessoas dentro do mercado podem tornar-se tão ameaçadoras quanto as criaturas do lado de fora. Baseado na obra de Stephen King. Já Viu o Filme? Comente e Dê sua Nota... Informações Técnicas Título no Brasil: O Nevoeiro Título Original: The Mist País de Origem: EUA Gênero: Suspense Tempo de Duração: 126 minutos Ano de Lançamento: 2007 Estréia no Brasil: 29/08/2008 Site Oficial: http://www.themist-movie.com Estúdio/Distrib.: Paris Filmes Direção: Frank Darabont Elenco Thomas Jane ... David Drayton Marcia Gay Harden ... Sra. Carmody Laurie Holden ... Amanda Dumfries Andre Braugher ... Brent Norton Toby Jones ... Ollie Weeks William Sadler ... Jim Jeffrey DeMunn ... Dan Miller Frances Sternhagen ... Irene Reppler Nathan Gamble ... Billy Drayton Alexa Davalos ... Sally Chris Owen ... Norm Sam Witwer ... Private Jessup Robert C. Treveiler ... Bud Brown David Jensen ... Myron Melissa Suzanne McBride ... Woman With Kids at Home Trilha Sonora “The Host of Seraphim” Escrita por Lisa Gerrard e Brendan Perry Interpretada por Dead Can Dance “The Vicious Blues” from Mrs. Parker e the Vicious Circle (1994) Escrita por Mark Isham “Apollo to the Rescue” from the TV Series "Battlestar Galactica" (2004) Escrita por Richard Gibbs Informação extraída di site: http://www.interfilmes.com/

    Fay Grim

    Fay Grim Sinopse Mãe solteira de um garoto de 14 anos, Fay Grim (Parker Posey) carrega uma variedade de problemas familiares e domésticos. Ela teme que o filho se torne um golpista como seu ex-marido, Henry Fool, desaparecido há sete anos. Seu irmão Simon (James Urbaniak) cumpre dez anos de prisão por ajudar o mesmo Henry a fugir da justiça. Agora, os dois estão envolvidos em um jogo de espionagem internacional que busca o criminoso e seus possíveis comparsas. Já Viu o Filme? Comente e Dê sua Nota... Informações Técnicas Título no Brasil: Fay Grim Título Original: Fay Grim País de Origem: EUA / Alemanha Gênero: Ação Tempo de Duração: 118 minutos Ano de Lançamento: 2006 Estréia no Brasil: 05/09/2008 Site Oficial: http://www.faygrimfilm.com Estúdio/Distrib.: Paris Filmes Direção: Hal Hartley Elenco Parker Posey ... Fay Grim D.J. Mendel ... Father Lang Liam Aiken ... Ned Grim Megan Gay ... Principal Jasmin Tabatabai ... Milla Chuck Montgomery ... Angus James James Urbaniak ... Simon Grim John Keogh ... Prosecutor Claudia Michelsen ... Judge Jeff Goldblum ... Agent Fulbright Leo Fitzpatrick ... Carl Fogg J.E. Heys ... Herzog Aminata Seck ... Woman Visitor at Prison David Scheller ... Convict Husband Aoibheann O'Hara ... ER Nurse Informação extraída do site: http://www.interfilmes.com/filme_19892_Fay.Grim-(Fay.Grim).html

    O Procurado (Wanted)

    O Procurado (Wanted) Elenco: James McAvoy, Morgan Freeman, Angelina Jolie, Common e Kristen Hager. Direção: Timur Bekmambetov Gênero: Ação Distribuidora: Paramount Filmes Duração: 108 min. Estréia: 22 de Agosto de 2008 Sinopse: Wes (James McAvoy) é um simples – e imprestável – trabalhador “de baia”, o mais sem graça do mundo. Seu chefe grita com ele o tempo todo, sua namorada o ignora rotineiramente e sua vida arrasta-se sem fim. Todos estão certos de que esse fracassado não tem valor. E há pouco que Wes possa fazer, a não ser esperar o passar dos dias e morrer batendo cartão em sua lenta rotina. Até ele conhecer uma mulher chamada Fox (Angelina Jolie). Depois que o desaparecido pai de Wes é assassinado, a sexy Fox o recruta para a Fraternidade, uma sociedade secreta que treina o rapaz para vingar a morte do pai, revelando seus poderes adormecidos. Enquanto Fox o ensina a desenvolver grande agilidade e reflexos tão rápidos quanto um raio, Wes descobre que esse grupo vive de acordo com um antigo código que não pode ser quebrado: executar as ordens de morte dadas pelo próprio destino. Com tutores perversamente brilhantes — incluindo o enigmático líder da fraternidade, Sloan (Morgan Freeman) — Wes começa a usufruir de toda a força que sempre quis. Mas, lentamente, ele passa a perceber que há mais por trás de seus sócios do que consegue enxergar. E, enquanto oscila entre heroísmo e vingança, Wes aprenderá o que ninguém pode ensiná-lo: que ele mesmo tem controle de seu destino. Curiosidades: » É o primeiro filme em inglês dirigido pelo pioneiro russo Timur Bekmambetov, criador de 'Guardiões da Noite', franquia de filmes de maior sucesso na história da Rússia. » Baseado na explosiva série de história em quadrinhos de Mark Millar Trailer: Posters: Fotos: Matéria extraída do site: http://www.cinepop.com.br/filmes/procurado.htm

    “O inferno verde”: um filme nazista feito no Brasil

    “O inferno verde”: um filme nazista feito no Brasil//Revista Trópico May 11, '06 5:42 PM for everyone Category: Movies Genre: Other Por José Rocha Filho Quarenta e quatro anos antes de “Fitzcarraldo” (1982), de Werner Herzog, um outro filme germânico foi realizado em locações na Amazônia, com elenco de alemães e brasileiros, tendo a exploração da borracha e o capitalismo expancionista como tema principal. O filme, passou esquecido durante décadas até ser restaurado em 2005 pela Friederich Whilelm Murnau Stiftung. Com cenas rodadas na Amazônia e nos estúdios Travemünde, em Schleswig-Holstein e Babelsberg, em Berlim, “O inferno verde” (“Kautschuk”, 1938)1, de Eduard von Bosordy, teve sua première no UFA-Palast de Hamburgo, na Alemanha nacional-socialista, em 1º de novembro de 1938. O ministro da propaganda Joseph Goebbels saudou o filme como “muito valoroso, tanto política quanto artisticamente. Uma brilhante realização da Ufa”2. “O inferno verde” segue a diretriz do nacional-socialismo para a época: a narrativa de conquista imperial com tons conservadores e militaristas, conforme as regras ditadas pelo Ministério para o Esclarecimento Social e a Propaganda (RMVP - Reichsministerium für Volksaufklärung und Propaganda”). O filme se apóia nos preceitos do cinema de aventura clássico, bem como no cinema etnográfico, gênero muito popular na Europa dos anos 30, para contar como os ingleses romperam o monopólio brasileiro de borracha natural, no Brasil de 18763. [..] [...] A indústria de cinema no Terceiro Reich Uma diretriz internacional atual dos estudos de cinema no que concerne ao cinema germânico do período do Terceiro Reich (1933-1945) aponta para uma mudança de rumos. Comumente associado ao cinema de propaganda propriamente dita ou ao cinema anti-semita por excelência, o cinema do Terceiro Reich como um corpus, vai muito além de lugares-comuns acadêmicos vigentes e possui áreas que foram sistematicamente negligenciadas e territórios ainda bem pouco estudados, como é o caso do cinema popular. Algumas iniciativas têm sido tomadas nesse sentido de expandir os horizontes dos estudos de cinema para novas zonas, que estejam além das teorias deterministas de propaganda e ideologia que estavam incorporadas à metodologia até bem pouco tempo dominante. A partir dessa mudança surgem filmes até então desconhecidos, esquecidos ou simplesmente rotulados de produto escapista, como é o caso de “O inferno verde”. [...]