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DIEGO VERÍSSIMO MENDES

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Sou um cara calmo, legal, zueiro com moderação, sério, e acima de tudo amigão !!!

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October, 2008

Lopez e Marc Anthony renovam votos matrimoniais

Lopez e Marc Anthony renovam votos matrimoniais
Data: 13 de Outubro de 2008
Por: Renata Jaguaribe
 
Segundo a revista People, o casal Jennifer Lopez ("Nunca Mais") e Marc Anthony resolveu renovar os votos matrimoniais em uma cerimônia secreta ocorrida na madrugada deste domingo, 12, na cidade de Las Vegas.

A nova união aconteceu no Forum Tower Penthouse às 3 horas da manhã e foi celebrada por um reverendo e assistida por dois amigos, que foram as testemunhas. Segundo os amigos, a decisão aconteceu de repente. "Foi coisa de momento. Eles decidiram por volta da meia-noite e meia e começaram a perguntar por pastores", disse a fonte.

Lopez e Anthony se casaram há quatro anos e, recentemente, tiveram os gêmeos Max e Emme, que nasceram dia 22 de fevereiro deste ano. Eles são os primeiros filhos da atriz, já Anthony tem uma filha e dois filhos de relações anteriores.

Os dois já trabalharam juntos no drama “El Cantante”, biografia do cantor porto-riquenho Hector Lavoe que firmou sua carreira em solo americano nos anos 60. Seu ritmo peculiar e jeito emotivo de interpretar as canções conquistaram o público em Nova York, e acabou morrendo vítima das drogas e da AIDS.

Em 2009, a atriz deve protagonizar a comédia "The Governess", em que interpretará uma ladra profissional que finge ser uma babá para, assim, poder realizar seus roubos. O filme deve estrear nos Estados Unidos em dezembro do mesmo ano.



Matéria extraeida do site: http://www.cinemacomrapadura.com.br/noticias/13525/lopez_e_marc_anthony_renovam_votos_matrimoniais


A mostra anuncia suas atrações

Segunda-Feira, 13 de Outubro de 2008

A mostra anuncia suas atrações

Serão 454 filmes e convidados como Wim Wenders e Benicio Del Toro

Luiz Carlos Merten

Com mais de 400 filmes - exatamente 454 - de 75 países, a Mostra Internacional de Cinema São Paulo chega à sua 32ª edição anunciando atrações muito especiais. A coletiva de lançamento do evento ocorreu no sábado, no Espaço Unibanco, que vai fornecer quatro dos 21 pontos de exibição da mostra de 2008, que começa na quinta, dia 16, para convidados, e no dia seguinte, sexta, para o público. O filme de abertura será Terra Vermelha (Birdwatchers), co-produção ítalo-brasileira - com participação da Gullane - dirigida por Marco Bechis, do forte e politizado Garagem Olimpo.

São tantas as atrações que um texto de apresentação não consegue dar conta de todas. O negócio é destacar as principais. Há anos, Leon Cakoff e Renata Almeida convidavam Wim Wenders para a mostra. Finalmente, este ano, ele aceitou a carta branca que a mostra lhe ofertou e selecionou 15 filmes. Um deles é o último que realizou e estreou no Festival de Cannes, em maio, o decepcionante Palermo Shooting. Mas, de resto, a seleção wendersiana é muito interessante e inclui dois filmes de Yasujiro Ozu (A Rotina Tem Seu Encanto e Fim de Verão), dois de François Truffaut (A Sereia do Mississippi e O Garoto Selvagem), um de Jean-Luc Godard (O Pequeno Soldado) e a jóia romena Como Festejei o Fim do Mundo, de Catalin Mitulescu.

Só Wenders já seria um convidado capaz de preencher o sonho dos cinéfilos, mas há uma presença que se anuncia mais retumbante, do ponto de vista midiático - Benicio Del Toro vem para a sessão de encerramento, que terá o Che, de Steven Soderbergh. Del Toro foi o melhor ator em Cannes, em maio, justamente por seu papel como o revolucionário. Querem mais? Diretor importante no começo dos anos 80, por filmes como Carruagens de Fogo e Greystoke, a Lenda de Tarzan - sua obra-prima -, Hugh Hudson teve sua carreira bruscamente truncada pelo fracasso, de público e crítica, de Revolução, que fez em 1985, com Al Pacino. Hudson virá a São Paulo como jurado da competição da mostra e também para exibir a versão remontada, por ele próprio e Pacino, do filme - Revolução Revisitado.

Já exibido no Festival do Rio, O Poderoso Chefão, de Francis Ford Coppola, primeiro da trilogia, ganha exibições especiais (duas) para que o público, principalmente os jovens, que só conhecem o clássico do DVD, possam ver sua versão - restaurada pelo próprio autor - no esplendor da tela grande. A mostra também exibe em pré-estréia mundial o primeiro filme de José Padilha desde o fenômeno Tropa de Elite, o documentário Garapa. O mestre sueco Ingmar Bergman, morto no ano passado, ganha duas homenagens - uma retrospectiva do começo de sua carreira, com filmes como Crise, de 1946; Prisão, de 1949; e Rumo à Alegria, de 1950; e uma exposição de fotos, Meus Encontros com Bergman, com imagens clicadas pelo fotógrafo Ove Wallin durante cerca de 30 anos nos bastidores de filmagens e montagens teatrais do grande diretor. Outra retrospectiva contempla o japonês Kihachi Okamoto, cineasta pouco conhecido no Brasil, mas idolatrado por Quentin Tarantino e Jim Jarmusch. A violência de seus filmes de gângsteres e samurais já o levou a ser comparado ao norte-americano Samuel Fuller.

A mostra exibe também a íntegra de Berlim Alexanderplatz, de Werner Rainer Fassbinder, que promete ser a pièce de resistance dos cinéfilos, com suas 15 horas de duração. O argentino Pablo Trapero ganha retrospectiva com quatro filmes e dá palestra na Faap, dia 20, precedida pela exibição de seu novo longa, La Leonera. Dois clássicos mudos serão exibidos com acompanhamento ao vivo do grupo francês Octuor - Poil de Carotte, de Julivien Duviver, de 1925; e O Homem Que Ri, de Paul Leni, de 1928. A mostra anuncia dois shows - um de André Abujamra, grande compositor de trilhas e das vinhetas do evento (a deste ano é uma criação da artista plástica Tomie Ohtake), Retransformafikando, e outro, no encerramento, dia 30, de Maria de Medeiros, que vai cantar músicas de Chico Buarque, Caetano Veloso e Gilberto Gil.

Com orçamento ideal de R$ 5,1 milhões, a mostra de 2008 está sendo realizada a um custo real de R$ 3,5 milhões. Cakoff abriu os números do evento - a maior despesa da mostra é com pessoal, quase R$ 1 milhão, mas convidados (cerca de R$ 600 mil) e despesas com os filmes (fretes, transportes e aluguéis, outros R$ 600 mil) representam custos consideráveis. Para o público, o importante é que a maratona começa daqui a cinco dias e com a promessa, sempre renovada, de trazer o melhor do cinema de todo o mundo à cidade.



Pérolas De Uma Seleção Que Promete

Num evento que anuncia mais de 400 filmes em duas semanas, será impossível, para qualquer espectador, assistir a todos. Uma seleção de obras imperdíveis inclui as seguintes:
24 City, de Jia Zhang-Ke
A Canção dos Pardais, de Majid Majidi
A Festa da Menina Morta, de Matheus Nachtergaele
A Floresta dos Lamentos, de Naomi Kawase
A Vida Moderna, de Raymond Depardon
Alexandra, de Alexader Sokúrov
Aquele Querido Mês de Agosto, de Miguel Gomes
Cinzas do Passado Redux, de Wong Kar-wai
Gomorra, de Matteo Garrone
Horas de Verão, de Olivier Assayas
Il Divo, de Paolo Sorrentino
Loki - Arnaldo Baptista, de Paulo Henrique Fontenelle
O Canto dos Pássaros, de Albert Serra
O Casamento de Rachel, de Jonatahan Demme
O Silêncio de Lorna, de Jean-Pierre e Luc Dardenne
Rebobine, por Favor, de Michel Gondry
Se Nada Mais Der Certo, de José Eduardo Belmonte
Tulpan, de Sergei Dvortsevoy
Um Conto de Natal, de Arnaud Desplechin
Waltz with Bashir, de Ari Folman

A seleção completa está no site www.mostra.org. Os ingressos já estão à venda na Central da Mostra, instalada no Conjunto Nacional (Av. Paulista, 2.073), que funciona diariamente das 10 h às 21 h. Informações podem ser obtidas pelos fones (011) 3266-3702 e 3266-3705.

Matéria extraída do site: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20081013/not_imp258717,0.php

Remember: Sabrina Sato volta à infância

Remember: Sabrina Sato volta à infância

Neste domingo, dia 12, foi Dia das Crianças, que é aquela época em que todo adulto aproveita para brincar como se fosse criança de novo. Pois bem, foi exatamente isso que Sabrina Sato fez.

 

A beldade foi até a quadra da escola de samba Gaviões da Fiel, onde distribui brinquedos e aproveitou a festa com as crianças. Além de se esbaldar comendo algodão-doce, a apresentadora do Pânico na TV, da RedeTV!, também se arriscou no touro mecânico.

 

No carnaval Sato mostra que os orientais têm samba no pé e desfila por duas escolas diferentes. No Rio ela veste a camisa (ou no caso a fantasia) da Salgueiro e em São Paulo defende a Gaviões.









Matéria extraída do site: http://estrelando.uol.com.br/celebridade/nota/sabrina_sato_brinca/_i_remember_i_sabrina_sato_volta_a_infancia-43617.html

October, 2008

Clint Eastwood diz que não desistiu de atuar

Data: 06 de Outubro de 2008
Por: Renata Jaguaribe


Durante a estréia do filme “Changeling”, no Festival de Cinema de Nova York, o diretor e ator Clint Eastwood (“A Conquista da Honra”), mesmo passando bastante tempo atrás das câmeras e sendo bem sucedido como diretor, disse que não pretende desistir de atuar, ao contrário do que ele falou anos atrás.

"Desde que 'Changeling' ficou pronto este ano, já fiz outro filme no qual eu atuei, apesar de ter dito que não ia mais fazer isso. Acho que comecei a dizer isso alguns anos atrás, mas então chegou 'Menina de Ouro' e eu gostei daquele papel. Agora fiz 'Gran Torino'", disse Eastwood.

“Gran Torino” foi a última produção em que Eastwood atuou e que deve estrear no Brasil em dezembro. Mas mesmo com o desejo de não parar de interpretar, ele disse que após dirigir tantos ótimos jovens atores em “Changeling”, talvez devesse realmente desistir de atuar e se dedicar mais à direção.

"Sempre me espanto ao ver como são bons alguns deles, ainda tão jovens. Eu mesmo levei séculos para aprender a dizer meu próprio nome. Essa é uma das razões pelas quais agora, na velhice, prefiro ficar atrás das câmeras e deixar os jovens sair aí fora para correr e saltar", revelou o cineasta.

Entre os filmes que Eastwood dirigiu estão os ganhadores do Oscar, “Os Imperdoáveis” (1992) e “Menina de Ouro” (2004). Já “Changeling”, seu último filme na direção, é baseado em uma história verídica de uma mãe que busca seu filho desaparecido e tem a atriz Angelina Jolie ("Roubando Vidas") no elenco. O longa deve estrear dia 31 de outubro nos cinemas norte-americanos.



Matéria extraída do site: http://www.cinemacomrapadura.com.br/noticias/13441/clint_eastwood_diz_que_nao_desistiu_de_atuar

Dudu Marote retorna com CD do Skank e diz que internet já tem jabá

Ricardo Schott, Jornal do Brasil

RIO - Prztz. É com este nome impronunciável que o produtor e DJ Dudu Marote, 43 anos, assina seus trabalhos nos últimos tempos. A exemplo da parceria com o coletivo de DJs Jamanta Crew, seus EPs solo (como os que lançou pelo selo inglês Classic) e demais projetos, como o blog http://prztz.blogspot.com, no qual despeja seu conhecimento de tecnologia e música.

Nos últimos anos, o produtor que ajudou o Skank a alcançar cifras milionárias (nos álbuns Calango, de 1994, e O samba Poconé, de 1996) vem se dedicando mais à música eletrônica. Algo diferente da época em que comandou a mesa de gravação em hits da banda mineira, como Garota Nacional e Te ver.

Afastado do mercado pop desde 2002, Marote voltou a produzir o Skank no novo disco, Estandarte. Mas o resultado não o animou a voltar para a produção.

– Não acompanho o que acontece no mainstream nacional, nem escutei uma música do NX Zero – afirma Marote.

– Só ouço música eletrônica. Quando Samuel Rosa (vocalista do Skank) me propôs trabalharmos de novo, nem sabia se valia a pena, porque estou totalmente em outra. Sou nerd, não tenho parâmetro para aquele som de guitarras.

Apesar da ligação com as novidades tecnológicas, acredita ter experiência para retomar o pop sem cair em cantos de sereia.

– A gente não pode ser ingênuo, por exemplo, de achar que não existe jabá na internet. Existem empresas que se especializam em colocar comentários em blogs e em sites. Muita gente que tem MySpace, por exemplo, pode fazer isso. Quem garante que não acontece dessa

forma?

O produtor também se apresenta solo em vários lugares do mundo – chegou a tocar em Londres durante a gravação de Estandarte – e foi curador do evento de música eletrônica Motomix, criando a Motomix Project Band, espécie de reality show interno do evento, em que artistas novatos escolhidos pela produção iriam criar um trabalho de música juntos.

Apesar de Marote e do Skank estarem em vias opostas, o reencontro acabou criando uma nova proximidade musical.

– A gente nem sabia que o Dudu estava tão envolvido com música eletrônica. Não sabíamos nem que ele não estava mais produzindo – diz Samuel Rosa, que não se assustou com o fato de o produtor estar fora do mundo pop.

– Ele era o cara certo. É de casa, não tem cerimônias, chega para nós e fala o que quiser sem problemas. E esse mergulho dele em outros sons fez com que chegasse mais livre, questionando todos os nossos vícios.

A separação entre Marote e o Skank rendeu várias declarações publicadas em jornais e revistas em 1996. Muito foi publicado – inclusive relatando problemas de relacionamento que foram surgindo – mas tanto a banda quanto o produtor sempre creditaram o racha às novas expectativas de todos.

Após a separação, o Skank foi trabalhar com Paul Ralphes no álbum-de-transição Siderado (1998). Já Marote foi ajudar outra banda mineira, o Pato Fu, a conquistar o primeiro disco de ouro com Televisão de cachorro, do mesmo ano.

– Foi dada uma importância grande demais a isso. O Skank queria sair daquela linha dos sucessos dos primeiros álbuns, até porque surgia uma imitação atrás da outra na época. Você lembra do Coisa de maluco (hit único da banda Fincabaute, de 1997, que imitava o Skank)? – diz Marote, afirmando que, sim, houve desilusão com a produção pop quando tentou produzir o álbum Pare, olhe, escute, de Sandra de Sá (2002), só com sucessos da Motown.

– A gravadora dela (Universal) queria um lance mais retrô e eu fiz algo moderno. Eles pediram que eu refizesse tudo e, como eu já estava há seis meses trabalhando no disco, ofereci minha demissão. Depois saiu na mídia que os gringos da Motown não gostaram do meu trabalho, uma coisa que nunca aconteceu.

A experiência vem do início dos anos 80, quando, aos 15 anos, ganhou seu primeiro sintetizador e teve a oportunidade de estudar numa escola de técnicas do instrumento, em São Paulo.

– Naquela época não era nada legal ser nerd – diverte-se Marote, que em seguida tocou new wave (bem) safada com o grupo Degradée, do hit único Mais que um sonhador, de 1985, e foi tentar fazer rap.

– Rap é ritmo e poesia, né? Eu não sabia fazer nenhuma das duas coisas direito. Mas logo depois os rappers começaram a me procurar e eu acabei produzindo parte do primeiro disco de rap feito no Brasil, Cultura de rua (1988). Por acaso, naquele disco, produzi todas as bandas que não deram certo.

O sucesso como produtor ainda demoraria mais alguns anos. Em 1990, Marote comandou o estúdio na gravação do álbum da primeira banda de dance music (termo da época) do Brasil, o Que Fim Levou Robin? fez jingles televisivos para lojas paulistas ao lado do cineasta Andrucha Waddington.

No começo dos anos 90, assinou um remix do cantor Edson Cordeiro para Sony e foi descoberto pelo Skank, que encomendou uma remexida no sucesso Baixada news, de 1992.

– Eu não estava preparado. O jogo de venda de discos era complicadíssimo, aquela corrida para todo mundo vender mais - recorda.

– Nossa idéia foi baixar a bolinha, todo mundo ficar mais humilde. Quis trabalhar com eles a idéia de um Skank alegre, pra cima, que é o que as pessoas gostam de ver.

Matéria extraída do site: http://jbonline.terra.com.br/extra/2008/10/06/e061020629.html

Miguel Falabella com auto-estima

Márcio Maio
Da TV Press

Miguel Falabella nunca teve problemas com auto-estima. Tanto que, durante a apresentação oficial de Negócio da China, o "louro, alto, solteiro" não poupou elogios a si próprio. Como ao se avaliar como autor. "Eu preciso da supervisão de quem? Só preciso da supervisão de Deus", lança, em tom de deboche, mas que soa como se acreditasse. Mesmo diante da má fase no horário das 18h e da fracassada audiência da antecessora Ciranda de Pedra, que não ultrapassou os 25 pontos, Miguel garante que não se preocupa com o ibope. E demonstra que não faz concessões. "Faço o meu mundo. Nunca serei um sucesso estrondoso, mas tenho meus seguidores", gaba-se.

Negócio da China foi planejada para a faixa das 19h, mas a emissora antecipou sua estréia e mudou o horário. Foi difícil adaptar a sinopse?
MIGUEL FALABELLA -
Não tive grandes problemas. Se a história é boa, interessante e você tem vontade de vê-la no ar, você adapta. Segurei um pouco o meu universo Toma Lá Dá Cá, que é o que eu mais gosto. A comicidade dos núcleos era bem maior, mas todos eles tinham uma história folhetinesca costurando as tramas. Me prendi mais a essas histórias e deixei de lado o tom cômico dos personagens.

Você escreve, atua, produz, dirige, enfim, tem experiência em várias funções. É difícil se segurar para não se envolver em outras áreas em Negócio da China?
FALABELLA
- Eu não me envolvo em mais nada. Só escrevo. Não fico preocupado com outras coisas.

Então por que você pediu que o elenco regravasse cenas que não estavam boas?
FALABELLA
- Os atores portugueses tiveram de regravar porque estavam tentando fazer um sotaque brasileiro e ficou horrível. Os personagens são portugueses, têm de falar como se fala lá. Mas acho que foram umas sete cenas e só por causa disso.

E a Grazi? Ela também teve de regravar...
FALABELLA -
Pedi para regravar uma cena sim. Mas qual é o problema?

Não deve ser uma situação confortável...
FALABELLA -
Ela é a primeira a saber que tem uma estrada pela frente. A Grazi sabe o quanto vai apanhar. Já falei para ela: "Meu amor, o segredo não é bater, o segredo é saber apanhar". As lacraias estão aí para isso. Ela tem de se manter em pé e ir em frente. E isso não atrasou a produção. Ao contrário do que disseram, foi só uma cena. Justamente a que ela fez no teste. Eu vi o teste dela e estava ótimo. Até porque, se não estivesse, eu não teria aprovado. Mas quando foi gravar a cena para ir ao ar, achei que ela podia mais. Só isso.

Então você confia na Grazi no papel de protagonista?
FALABELLA -
Ela fez um teste e foi aprovada, inclusive por mim. É uma menina muito franca e sabe que vai apanhar. Me encantou pela maturidade e pela sinceridade, que é rara. Foi isso que me conquistou. E olha que eu sou uma puta velha, daquelas que está esperando um caminhoneiro no fim da noite. Me convenceu. Não tem técnica, mas isso só se ela fosse uma gênia. Ela tem sinceridade e um carisma enorme, o que já a deixa bem à frente de várias outras atrizes. Também rola uma química muito forte entre ela e o Fábio Assunção. Dá tesão ver os dois juntos em cena. O estúdio enche na hora das gravações. Já estive lá conferindo.

O que Negócio da China tem, na sua opinião, para fazer o Ibope subir?
FALABELLA -
Não me preocupo com audiência. Não paro para olhar pesquisas e nem quero saber de números. A não ser, é claro, que seja um grande fracasso. Aí a gente pára, analisa o que está acontecendo. Não adianta tentar prever como vai ser. Eu quero que a audiência seja boa. Acho que vai bombar. Mas se não bombar, também, dane-se. Não vou morrer por causa disso. Não vivo esse universo. Meu universo é criar uma história, não fico com um contador de audiência do lado. Mas a trama tem elementos que devem emplacar, como o romance e a aventura, que ganharam mais espaço nesse horário.

Além do núcleo de ação, você também escalou atores que já trabalharam em musicais. Você pretende trabalhar esse lado nos personagens?
FALABELLA
- Esse núcleo é engraçado. Izabela Bicalho, Cláudia Netto, Sandro Chistopher e Frederico Reuter são cantores e vão fazer cenas engraçadas com a Leona Cavalli. Tive a idéia de criar um local onde a única pessoa que não tem talento nenhum é a grande estrela. E esse foi um bom jeito de valorizar uma coisa que o brasileiro não conhece: a música portuguesa. O Zé Boneco, personagem do Frederico, fará sucesso cantando clássicos portugueses. São canções lindíssimas e que não são conhecidas aqui.

Por que você decidiu abordar a cultura portuguesa?
FALABELLA -
Acho importante fazer essa ponte entre o Brasil e Portugal. A Inglaterra e os Estados Unidos fazem isso e se dão muito bem. Mas aqui a gente abre mão da lusofonia. Fui a Angola recentemente, fiz um espetáculo lá e foi lindo. Era eu falando com sotaque brasileiro, a Teresa Guilherme falando com sotaque português e uma platéia angolana. Era uma festa de lusofonia. Amadureci essa idéia. Se tivesse mais tempo, criaria também um núcleo de imigrantes angolanos. Fica para uma próxima vez.

Por falar em correria, o Toma Lá Dá Cá continua na grade da Globo em 2009. Você continuará escrevendo e atuando?
FALABELLA
- Normalmente. É um programa que tem uma grande aceitação e com o qual me identifico. Vai ficar pesado no início, mas só até novembro, quando acabamos de escrever a temporada de 2008. Eu sou doido, mas dentro da minha loucura existe organização. E tenho uma característica boa: quando estou trabalhando, podem fazer o que for do meu lado que não me atrapalho. Desligo os telefones e me isolo. Às vezes atrasa, mas no final dá tudo certo.

Matéria extraída do site: http://home.dgabc.com.br/default.asp?pt=secao&pg=detalhe&c=4&id=30870

Cinema: Próximo filme de Canijo será sobre amor incondicional numa família dos subúrbios de Lisboa

Lisboa, 06 Out (Lusa) - O realizador João Canijo estreia quinta-feira o filme "Mal nascida" numa altura em que prepara já a próxima longa-metragem, "Sangue do meu sangue", que tem como ponto de partida o amor incondicional.

Depois de contar uma tragédia familiar no interior isolado de Portugal em "Mal nascida", João Canijo irá situar a próxima história num bairro social dos subúrbios da Amadora, com uma "família tipicamente suburbana, como é oitenta por cento da população mundial", contou o realizador à agência Lusa.

"Sangue do meu sangue" terá produção de Pedro Borges, da Midas Filmes, e conta com Rita Blanco, Anabela Moreira, Marcello Urgheghe e Francisco Tavares nos principais papéis.

Neste filme o ponto de partida é o amor incondicional numa família, o verdadeiro amor que não precisa de justificações, disse João Canijo, citando António Lobo Antunes.

Rita Blanco será uma das peças-chave do filme, interpretando uma mãe de família, cozinheira, que vive com dois filhos e uma irmã. Um dos filhos é delinquente, a outra é estudante de enfermagem.

Tudo isto se passará num cenário real urbano, às portas de Lisboa, mas que João Canijo considera não ser muito diferente do interior do país.

"No fundo, numa área suburbana as diferenças não são tão grandes com a ruralidade, tirando o embrutecimento, tirando uma patine de urbanidade que me interessa", justificou, levando a reflexão a um ponto quase filosófico.

"A vida é uma luta constante pela sobrevivência e quando há uma pausa nessa luta a existência torna-se quase insustentável. Nas classes com rendimentos mais baixos, não há tempo para elaborar reflexões sobre a existência e os sentimentos e as reacções aos acontecimentos emocionais são mais imediatos, mais primários", defendeu.

A rodagem de "Sangue do meu sangue" só acontecerá em 2010, mas João Canijo está já em ensaios com os actores.

"Estamos a trabalhar nos personagens e no argumento como se fosse um workshop de construção dos personagens e das histórias que se passam entre eles", revelou o realizador.

Aos 50 anos, João Canijo continua a considerar um filme um acto "importante e vital" para si e para os actores com quem trabalha, alguns dos quais repetentes no seu cinema.

"Não fazemos filmes por fazer filmes", alertou. "Fazemos porque queremos transmitir a representação de alguma coisa e isso demora tempo. Tenho que perceber porque é que aquela história existe e o que está profundamente por baixo dela".

"Sangue do meu sangue" juntar-se-á a uma cinematografia que inclui, entre outros, "Noite escura", "Ganhar a vida" e "Sapatos pretos".

SS.

Lusa/fim

keywords: cultura CINEMA

Matéria extraída do site: http://aeiou.visao.pt/Pages/Lusa.aspx?News=200810068854461
September, 2008

Briga por direitos autorais de Renato Russo termina

Termina em acordo briga por música de Renato Russo

Agencia Estado

Acabou em acordo a briga judicial que envolvia os herdeiros de Renato Russo, morto em 1996, e a gravadora Edições Musicais Tapajós sobre a adaptação cinematográfica da canção Faroeste Caboclo - composta pelo líder do Legião Urbana em 1979 e lançado no álbum Que País É Este, de 1987. A Copacabana Filmes seria a responsável pela produção do longa.

Ontem, o Superior Tribunal de Justiça anunciou o fim do processo, que corria no órgão desde janeiro de 2007. Em março deste ano, um acordo de conciliação foi assinado no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, anunciando a extinção do processo também no STJ. O conteúdo e os termos do acordo não foram divulgados pelos envolvidos.

Propriedade - A Edições Musicais alegava deter há 20 anos os direitos autorais de toda a obra de Renato Russo, barrando os familiares do cantor e até a Legião Urbana Produções Artísticas - empresa do músico gerida hoje por sua família, representada pela Copyrights - de negociar a adaptação de Faroeste Caboclo sem a devida permissão. A batalha judicial entre as duas partes durou um ano e oito meses. As informações são do Jornal da Tarde.

Matéria extraída do site: http://www.atarde.com.br/cultura/noticia.jsf?id=966982

Touché, o smartphone brasileiro com gps

Touché é smartphone brasileiro com GPS


A empresa Elef anunciou o Touché, um novo smartphone com navegador GPS voltado ao público corporativo que chega ao Brasil em outubro. Ele é útil para quem acessa a Internet de qualquer lugar e ainda precisa de um sistema de posicionamento global rápido e compacto.

O chip de navegação do Elef Touché é o Sirf Star III e o produto conta com a tecnologia de atualização e fornecimento de mapas da Navteq, que cobre 820 cidades em todo o Brasil e inclui na pesquisa diversos pontos de interesse como farmácias, bancos e restaurantes. O serviço ainda permite a utilização de mapas da Europa, Estados Unidos, Canadá e Ásia.

Além do recurso de GPS, o novo aparelho da Elef vem equipado com sistema operacional Windows Mobile 6.1, processadores Intel Xcale de 416 MHz e STN Dragonfly - úteis para execução de tarefas simultâneas -, além de oferecer suporte a Java, servidores Exchange e Lotus Notes.

Fisicamente, o Touché mede 121,5 x 63 x 16 mm, pesa 145 gramas e possui tela sensível ao toque de 2,8 polegadas com resolução de 240 por 320 pontos. A bateria do produto oferece autonomia para até 6 horas de conversação em modo GSM; em standby, a duração estimada é de 13 dias.

Como extras, o dispositivo traz uma câmera de 2 megapixels e cartão de memória de 2 GB tipo microSD (apenas para clientes Elef), o mesmo usado para expandir a capacidade de armazenamento do produto.




O Touché pode ser encontrado em lojas tradicionais e virtuais do País ao preço sugerido de R$ 1.599.


Fonte:www.terra.com.br

Prévia do Android

Veja uma prévia do Dream, primeiro celular com Android

Falta pouco para conhecermos a versão final do primeiro aparelho com Android a chegar no mercado. O Dream, da HTC, será lançado nesta terça-feira (23/09), em conjunto com a operadora T-Mobile, que deve vendê-lo como T-Mobile G1.

Mas para quem quer matar a curiosidade antes do tempo, aqui vai uma foto do aparelho, vazada por meio do fórum iMobile. Segundo rumores de mercado, o aparelho deverá custar cerca de 199 dólares.

Na foto que vazou na web, uma das vantagens que saltam aos olhos - especialmente para quem pretende usar o dispositivo para trocar e-mails - é o teclado QUERTY.

De acordo com um post em um blog da Wired, o T-Mobile G1 deve vender entre 250 mil e 450 mil unidades até o final do ano - previsão da Jupitermedia. O volume ainda é tímido comparado ao do iPhone - de quem o Dream é considerado um desafiante. O telefone da Apple vendeu 270 mil unidades nas primeiras 30 horas após o lançamento e bateu a marca de 1 milhão de unidades nos primeiros 74 dias de vendas.

Font: IDG Now
 

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Jan. 23
good night!
Nov. 17
Nov. 1
Gothicwrote:
 
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                  Lábios vermelhos Beijos !!!                       Adriana        
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